Para a criação de um Logotipo, primeiramente deve-se coletar o briefing com o cliente. É por ele que iremos elaborar o planejamento e seguir uma linha de raciocínio direcionando nossos esforços para darmos a solução em imagem no que diz respeito entre empresa + conceito + produto/serviço = expectativa do consumidor.

O Logo é a primeira imagem que vem em mente quando se fala da marca, o cérebro faz essa associação para situarmos do que se trata o assunto, é como o nosso nome ou apelido, usamos essa referência para que a outra pessoa saiba de quem estamos falando. Então, o logo deve expressar a ideia que a empresa quer passar para seus consumidores.

Depois de analisar o briefing, começa o processo de criação do logotipo. Às vezes (quase sempre), deparamos com algumas ideias dos clientes no final do briefing do tipo: “como minha loja é feminina, eu estava pensando em usar uma silhueta de uma mulher, com os traços na cor rosa e o nome escrito como se fosse à mão, para passar a sensação de delicadeza…”, se fosse fácil e simples assim, então o Logo já estaria pronto. Não podemos ser influenciados pela posição do cliente, pois ele sabe da gestão do negócio dele, não do estudo comportamental psíquico de seu público.

No processo de criação pegamos o que a empresa quer passar (caso ela ainda não saiba, criamos um conceito antes), e começamos a rabiscar algumas possibilidades. Isso mesmo, rabiscamos primeiramente no papel para colocar as ideias óbvias e clichês para fora até que consigamos esboçar uma representação que simbolize o conceito da empresa com algo que ainda não foi apresentado por nenhuma outra e só assim passamos a imagem para o computador. Fazemos isso analisando o comportamento de seu público-alvo para que eles percebam a marca como uma integrante do seu ciclo social. É muito interessante estudar o concorrente, tanto para situar-se do que ele anda fazendo, percebendo se está dando certo ou não, como também para não criar algo parecido com a imagem dele, pois toda marca deve ter seu diferencial.

Antigamente era mais fácil realizar a criação de um logotipo do nada e colocá-la para ser circulada, pois não haviam tantos concorrentes e os consumidores tinham poucas opções de escolhas. Hoje em dia o mercado é outro, as pessoas têm outros hábitos, estão mais exigentes, as empresas estão com vários concorrentes do mesmo segmento brigando para conquistar seu market share e aquela que não entende e não participa ativamente do cotidiano de seu público certamente já está com seus dias contados. Muitas empresas reformulam suas marcas atualizando-as para acompanharem e se adaptarem às mudanças de seus consumidores, pois uma marca entrante tem grande possibilidade de conquistar clientes de marcas tradicionais já que eles não estão tão fiéis como antes.

Os consumidores devem olhar para a marca e para o Logo e já perceberem o que ela oferece a ele, a marca é o mantra da empresa, o cartão de entrada, a primeira impressão. Claro que tudo que a empresa representa não vai estar ali em seu Logo, pois isso será feito com a comunicação para posicioná-la no mercado e a gestão da marca padronizando todos os contatos da mesma com o consumidor, incluindo desde o atendimento na loja, até o pós-venda, quando o cliente liga para pedir uma garantia, por exemplo. Estes contatos, devem estar sempre alinhados e condizentes com as diretrizes estratégicas da empresa e a imagem que a marca deseja para si, pois um fator que não esteja condizente pode comprometer completamente a percepção do consumidor para com os objetivos empresariais.

É importante lembrar que uma das maneiras mais indicadas para se posicionar uma marca é através da propaganda. Depois de seus investimentos em campanhas publicitárias, quando se falar na marca o consumidor já terá em mente o que ela é perante as outras. Porém, sem a gestão da marca e dos contatos como um todo, pode ocorrer de a propaganda prometer algo que não é necessariamente a realidade da empresa, gerando frustrações para o consumidor e danos à imagem da marca, com um posicionamento falho que pode facilmente ser neutralizado pelos concorrentes.

A empresa é o baú, seus produtos/serviços são suas joias e sua marca é a chave para o cliente descobrir sua riqueza, invista.

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